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Concursos: Nacional de Leitura e Leituras na Planície
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A Biblioteca Escolar procedeu à entrega de Certificados de Participação e Apreço, pela sua excelente participação nos Concursos acima referidos, aos alunos: Guilherme Serelha- 1º ano Joana Robles- 1º ano Matilde Cipriano-2º ano Rafael valente- 2º ano Beatriz Barradas- 3º ano Maria Inês Jerónimo- 3º ano Gabriel Banha- 4º ano Martin Morgado- 4º ano Eva Martins- 6º A Maria Inês Monteiro- 6º A Miguel Fachadas- 6º A Muitos parabéns a todos!
10 de junho- Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas
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Fase Final do Concurso Leituras na Planície - 9 de junho
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5 de junho- dia Mundial do Meio Ambiente
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O Dia Mundial do Meio Ambiente é celebrado anualmente a 5 de junho e a sua origem remonta à conferência sobre questões ambientais que, sob a égide da Organização das Nações Unidas, teve lugar em Estocolmo no já longínquo ano de 1972. Neste ano de 2021, o Paquistão será o anfitrião e o tema é «A Restauração do Meio Ambiente». Pretende-se conscencializar para a importância da aproximação do ser humano ao meio ambiente. Será também lançada a «Década para a Restauração dos Ecossistemas, 2021 - 2030», uma iniciativa da ONU. A Assembleia Geral da ONU de 15 de dezembro de 1972, adotou a Resolução 2994 designando o dia 5 de junho como o Dia Mundial do Meio Ambiente.
1 de junho- Dia Mundial da Criança
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Por Eduardo Sá Para que é que servem as crianças? Para voltarmos a conjugar o amor começando pela palavra confiar. Para descobrimos tudo o que, estando debaixo dos nossos olhos, nos falta descobrir. Para voltarmos a sorrir. E para fazermos disso o lado soalheiro de todos os dias. Para olharmos nos olhos. Bem lá para o fundo. Sem tempo e sem pressa. Até ao umbigo da alma. Para que é que servem as crianças? Para lhes trazermos histórias, historietas, cantigas de embalar e cantilenas perdidas. E saltitarmos até ao passado. Para ir buscar todos aqueles que nos fizerem sentir o melhor do seu mundo. E dividirmos com elas o melhor de quem nos amou. Para apanharmos os maus. E espantarmos os feios. E caçarmos, um a um, os pesadelos. E guardarmos o sono. E dormirmos descansados no descanso com que os aconchegamos, junto a nós. Para fazer com que o “faz de conta” volte a ser mais importante. E só isso nos faça voltar a ver o mundo até aos intestinos. E só isso nos dê olh...